sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

SOBRE EVANGELIZAÇÃO DE CRIANÇAS: UMA CRIANÇA SALVA É UMA VIDA SALVA


 Conta-se a história do famoso evangelista norte-americano Dwight L. Moody. Ele estava voltando de um encontro evangelístico, e alguém perguntou se o encontro tinha sido bom. - Sim – ele respondeu. - Alguém foi salvo? – perguntou o homem. - Sim – disse o Sr. Moody. – Duas pessoas e meia foram salvas. Aquele homem sorriu com a resposta e observou: - Sei o que você quer dizer. Dois adultos e uma criança. - Na verdade, não – respondeu o Sr. Moody. – Duas crianças e um adulto. O que exatamente ele quis dizer? Quantas almas foram salvas naquela noite? Três. Quantas vidas foram salvas? Duas e meia. As duas vidas salvas eram daquelas crianças que chegando a Cristo quando jovens, possuíam sua vida inteira para viver para ele. A meia-vida era a de um adulto, que já tinha vivido a maior parte de sua vida no mundo, e tinha apenas a última parte de sua vida para dar a Jesus Cristo. Uma criança salva é uma vida salva Nós, que evangelizamos crianças, não estamos apenas interessados em sua alma, mas em sua vida. Quando uma criança confia em Jesus, ainda tem muitos anos, com a permissão de Deus, para viver para Ele. Uma moça certa vez me perguntou: - Qual é a melhor idade para confiar em Jesus? Minha resposta foi: - Quanto mais cedo, melhor. Sessenta é uma boa idade. Quarenta é melhor. Vinte é ainda melhor. Quinze é melhor ainda. Mas é muito melhor confiar em Jesus com dez, oito ou seis anos! Quase a vida inteira está à frente. (Extraído do livro “por que evangelizar crianças?”, de Sam Doherty, APEC. p.61) NOTA: Dwight Lyman Moody nasceu em 1837 e morreu em 1899. Freqüentou a escola até os treze anos de idade, passou a trabalhar em fazendas. Aos dezessete anos, tornou-se caixeiro na sapataria de seu tio. Ali tornou-se membro da Igreja Congregacional. Tornou-se, então, caixeiro-viajante de uma firma de sapatos. Mostrou-se sempre interessado pela religião e pelo bem-estar dos homens. Organizou uma Escola Dominical, e promovia obras sociais. Em 1860, abandonou o seu trabalho secular a fim de dedicar-se, por tempo integral, à obra religiosa. Na graça de Cristo,

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