
Conta-se a história do famoso evangelista norte-americano Dwight L. Moody. Ele estava voltando de um encontro evangelístico, e alguém perguntou se o encontro tinha sido bom.
- Sim – ele respondeu.
- Alguém foi salvo? – perguntou o homem.
- Sim – disse o Sr. Moody. – Duas pessoas e meia foram salvas.
Aquele homem sorriu com a resposta e observou:
- Sei o que você quer dizer. Dois adultos e uma criança.
- Na verdade, não – respondeu o Sr. Moody. – Duas crianças e um adulto.
O que exatamente ele quis dizer?
Quantas almas foram salvas naquela noite? Três.
Quantas vidas foram salvas? Duas e meia.
As duas vidas salvas eram daquelas crianças que chegando a Cristo quando jovens, possuíam sua vida inteira para viver para ele. A meia-vida era a de um adulto, que já tinha vivido a maior parte de sua vida no mundo, e tinha apenas a última parte de sua vida para dar a Jesus Cristo.
Uma criança salva é uma vida salva
Nós, que evangelizamos crianças, não estamos apenas interessados em sua alma, mas em sua vida. Quando uma criança confia em Jesus, ainda tem muitos anos, com a permissão de Deus, para viver para Ele. Uma moça certa vez me perguntou:
- Qual é a melhor idade para confiar em Jesus?
Minha resposta foi:
- Quanto mais cedo, melhor. Sessenta é uma boa idade. Quarenta é melhor. Vinte é ainda melhor. Quinze é melhor ainda. Mas é muito melhor confiar em Jesus com dez, oito ou seis anos! Quase a vida inteira está à frente.
(Extraído do livro “por que evangelizar crianças?”, de Sam Doherty, APEC. p.61)
NOTA: Dwight Lyman Moody nasceu em 1837 e morreu em 1899. Freqüentou a escola até os treze anos de idade, passou a trabalhar em fazendas. Aos dezessete anos, tornou-se caixeiro na sapataria de seu tio. Ali tornou-se membro da Igreja Congregacional. Tornou-se, então, caixeiro-viajante de uma firma de sapatos. Mostrou-se sempre interessado pela religião e pelo bem-estar dos homens. Organizou uma Escola Dominical, e promovia obras sociais. Em 1860, abandonou o seu trabalho secular a fim de dedicar-se, por tempo integral, à obra religiosa.
Na graça de Cristo,
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